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Estádio Mané Garrincha apresenta diversas falhas de estrutura

Diário 24 Horas
Atualizado há quase 5 anos
Estádio Mané Garrincha apresenta diversas falhas de estrutura

O estádio Mané Garrincha foi palco da final do Torneio Internacional de Futebol Feminino no último domingo (22) em disputa que rendeu o tetracampeonato para a seleção brasileira, que goleou o Chile por 5 a 0. Contudo, mesmo com a festa da vitória, outros fatores deram ao jogo um aspecto negativo: as falhas estruturais do estádio. 

Os torcedores que fizeram questão de comprar ingressos mais caros não saíram satisfeitos, visto que eram notáveis diversas poças no piso, como informou Maurício Silva de Souza, de 36 anos: “A gente compra o ingresso mais caro achando que vai ter comodidade e sentar no melhor lugar. Mas olha o tamanho dessa poça”, disse, lembrando também que toda vez que alguém passava em sua frente, a água acumulada respingava nele. 

Além disso, o teto apresentava vários pontos de goteira, sentidos em grande proporção no início do jogo, às 16h, quando voltou a chover forte no centro da cidade, fazendo com que as pessoas sentadas na arquibancada inferior procurassem outros assentos mais para cima, porém, alguns espectadores não escaparam e ficaram bem molhados. 

O advogado Lucas Fortes, de 28 anos, reclamou sobre as goteiras, alegando que mesmo mudando de lugar, não escapou da água. “Lá na frente, é até aceitável molhar por causa da direção da chuva, mas aqui mais pra cima, não podia. Mudei de lá para cá e agora está gotejando aqui”, criticou. 

Vários funcionários podiam ser vistos com rodos tentando amenizar a situação, mas o pior de tudo é que não há a presença de ralos no estádio para que a água acumulada seja escoada. “A gente tem que tirar essa água toda com pano e balde”, afirmou uma das pessoas que trabalhavam no local.

Procurada pela imprensa para esclarecimentos, a Secretaria Extraordinária da Copa do Mundo no Distrito Federal (Secopa-DF) afirma que será pedido um laudo técnico diretamente à empresa responsável pela cobertura, que custou R$ 209 milhões ao governo. 

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