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Após um ano de sua morte, nome de Chorão continua em meio a processos e briga por herança na Justiça

Carol Souza
Atualizado há quase 5 anos
Após um ano de sua morte, nome de Chorão continua em meio a processos e briga por herança na Justiça

Completando nesta quinta-feira (6) um ano da morte de Chorão, vocalista da extinta banda Charlie Brown Jr., seu nome ainda permeia entre processos e brigas judiciais na Justiça.

Nesta semana o Diário Oficial de São Paulo divulgou que o filho de Chorão, Alexandre Ferreira Lima Abrão e a ex-esposa do vocalista, Graziela Maria Xavier Gonçalves Abrão, entraram em uma briga nos tribunais pela herança deixada pelo músico, revindicada por Graziela.

Apesar de o processo de inventário do cantor correr em segredo de Justiça, uma decisão registrada no Diário Oficial mostra que Graziela contestou a indicação de Alexandre como herdeiro único dos bens do pai. O desembargador negou o recurso de Graziela e manteve apenas Alexandre como sucessor legítimo dos bens. A justificativa da decisão de negar o direito à ex-esposa foi de que Graziela e Chorão eram casados em separação de bens.

Procurada para falar sobre o caso e para saber se ela ainda pretende reverter a situação, Graziela não comentou o assunto. Alexandre, assim como Graziela, também não quis falar sobre o tema.

Outro processo envolvendo o falecido músico é um processo por agresão movido por Marcelo Camelo, vocalista da banda Los Hermanos, ação até hoje, um ano depois da morte do músico por overdose, não finalizada.

Apesar de mover a ação, onde Chorão também alegou ter sido ameaçado e agredido no Aeroporto de Fortaleza, os Los Hermanos hoje estão sendo cobrados pelos advogados de Chorão pelo pagamento dos custos do processo, no qual Chorão saiu vitorioso antes de falecer, em um valor de R$ 12 mil. 

Camelo e os Los Hermanos entraram com pelo menos outras duas ações contra Chorão. A primeira foi na Justiça do Rio, por danos morais e materiais com Camelo pedindo valores de R$ 250 mil, mais R$ 7.560,76 de despesa médica. No segundo processo, no Tribunal de Justiça de SP, a banda pediu R$ 43 mil para compensar cachês perdidos de dois shows desmarcados por causa da cirurgia.

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