Após a declaração polêmica de Tatiele Polyana no programa "Domingão do Faustão" deste domingo (30), Aline Riscado resolveu dar sua opinião sobre o comentário da ex-BBB.
Tatiele deixou Faustão irritado com a brincadeira de que o trabalho de bailarina seria um "plano B" em sua carreira."Aí a outra vem aqui e fala das bailarinas. Elas ensaiam cinco dias por semana", disse ele nos bastidores
Aline, bailarina do programa, disse que a ex-BBB foi infeliz no que disse, mas a perdoa.
"Poli foi bem infeliz no comentário dela. Até acho que ela não agiu por mal, porque pelo que a gente assistiu dela no 'BBB', ela fala sem pensar. Ela usou as palavras erradas. A gente ensaia horas para ser bailarina. Para fazer uma apresentação legal no domingo ensaiamos 11 horas por dia. Nem que ela quisesse ela seria uma bailarina do Faustão. Tem que ser muito sagaz para estar ali. Puxar um balé de 30 meninas ao vivo, puxar a coreografia ideal, não é para qualquer pessoa. Ela está perdoada porque achei realmente que ela não quis falar por mal. Nossa profissão é uma delícia, mas a gente rala e se dedica muito para estar ali", disse Aline.
Em declaração, Tatiele se justificou nesta segunda-feira (31). "Lá na casa, a gente vivia brincando que se nada desse certo na vida, a gente iria virar isso ou aquilo. E lá no Faustão eu quis fazer uma brincadeira. Nem me toquei que as pessoas pudessem levar a sério. Quando ele me deu aquela resposta, não notei que tinha ficado bravo, sinceramente. Tenho o maior respeito pelo trabalho das bailarinas, até porque acho lindo, eu mesma queria fazer aulas para poder participar do casting do programa. Jamais quis debochar de ninguém", disse a ex-BBB.
Aline diz que para participar do programa, a missão é dificílima. As futuras bailarinas do Faustão precisam passar por testes duros. "A maioria do povo da nossa sociedade gosta de diminuir e não valorizar a arte. A dança, então, é a arte menos valorizada. Nós estudamos muito. Eu, por exemplo, fiz 12 anos de balé. Enquanto todas as minhas amigas saíam da escola e iam para a praia e ao shopping, eu ia estudar vários segmentos da dança. Abdicava de várias coisas como comidas, namorados... Tinha um professor que falava: 'Ou você é bailarina ou é mulher'. Para estarmos ali (no Faustão), eu e minhas colegas de trabalho passamos por testes muito rígidos. Para estrear no balé do Fasutão tivemos que aprender 60 coreografias diferentes, que não são fáceis".

