Cinema

Franquia "Capitão América" é a mais política da Marvel

Diário 24 Horas
Atualizado há quase 5 anos
Franquia "Capitão América" é a mais política da Marvel

O primeiro filme, “Capitão América – O primeiro Vingador”, foi ambientado na Segunda Guerra Mundial, tendo o aparecimento da H.I.D.R.A como um dos focos. Organização secreta trabalhava em conjunto com os nazistas. “Capitão América 2 – Soldado Invernal”, segue no mesmo contesto político e o sucesso, como esperado, deve se repetir.

O segundo filme mantém a estrutura política iniciada no primeiro, porém a nova trama se passa nos tempos atuais. Steve Rogers, o Capitão América (Chris Evans), vive em Washington, tentando se adaptar aos tempos modernos. Ele começa a trabalhar para a S.H.I.E.L.D, agência secreta liderada por Nick Fury (Samuel L. Jackson). Rogers investiga uma rede de intrigas ao lado da Viúva Negra (Scarlett Johansson) e do Falcão (personagem que faz sua estreia na série), quando descobre que forças da H.I.D.R.A estão infiltradas na S.H.I.E.L.D. Para complicar ainda mais, o herói precisa enfrentar o Soldado Invernal, vilão criado pela agência inimiga.

“Capitão América 2″ deixa ainda mais claro a dualidade presente na S.H.I.E.L.D, já mostrada em filmes anteriores da Marvel: por um lado, a agência parece colaborar com os heróis; por outro, tem atitudes suspeitas, que contrariam os bons valores dos protagonistas.

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