Música

Baterista do Rage Against the Machine, afirma. "A banda não vai mais se reunir"

Diário 24 Horas
Atualizado há quase 5 anos
Baterista do Rage Against the Machine, afirma. "A banda não vai mais se reunir"

Em entrevista ao portal The Pulse of Radio durante a semana, o baterista da banda Rage Against The Machine, Brad Wilk, deixou os fãs tristes ao dizer que a banda não deve mais se reunir.

Conhecida por sua postura "antissistema", com discursos políticos e críticas ao governo e dona do hit "Killing in The Name", a banda fez sua última apresentação ainda em 2011, não anunciando novas datas desde então. "Até onde eu sei, fizemos nosso último show em 2011, no Coliseum [em Los Angeles], e, se aquele foi mesmo nosso último show, é um bom jeito de sair de cena", disse o baterista.

Apesar da afirmação, o músico não revelou se a decisão de deixar os palcos foi tomada em grupo, nem o que motivou - ou deixou de motivar - a banda a parar. "Eu tive meio de colocar na minha cabeça que a banda acabou, como forma de seguir adiante com minha vida, para ser honesto, então é mais ou menos isso. O Coliseum – um jeito incrível de sair de cena", disse novamente.

Com mais de 20 anos de estrada, a banda surgiu com uma mistura de rap e rock ainda nos anos 1990. Há cerca de dois anos, em 2012, Tom Morello, guitarrista, já havia dito que o futuro do grupo era incerto: "Se vamos ou não tocar juntos de novo em qualquer circunstância, não se sabe. Sou grato pela música que fizemos", comentou.

Com Zack de la Rocha nos vocais e Tim Commerford no baixo, o Rage Against the Machine lançou quatro álbuns de estúdio em toda sua carreira, o "Rage Against the Machine" de 1992, "Evil empire" de 1996, "The Battle of Los Angeles" de 1999 e "Renegades" de 2000. Entre o ano de 2000 e 2007, o grupo interrompeu suas atividades e em sua volta, brindou os fãs brasileiros com uma apresentação no festival "SWU", em São Paulo, em 2010.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Mais sobre

rock