O suspeito, conhecido como "Ronaldinho", foi localizado a partir de uma informação dada ao Disque-Denúncia. No momento da prisão ele estava em uma escola privada, no bairro de Ouro preto, no município metropolitano de Olinda, onde trabalha como servente.
Ele não ofereceu resistência e inicialmente teria negado participação. Depois, teria admitido ter agido junto com mais outras duas pessoas. De acordo com informações extra-oficiais, ele teria comentado sobre o assunto com colegas via internet e em uma delas teria dito que não gostaria de ir "para aquele inferno", referindo-se à prisão.
Em parceria, o Disque-Denúncia e a Federação Pernambucana de Futebol (FPF) anunciaram domingo que pagariam até R$ 5 mil por informações que levassem ao assassino (ou assassinos). O inquérito corre sob sigilo. A delegada encarregada da investigação, Gleide Ângelo, não se pronunciou.
