O promotor reconheceu nesta terça-feira que a avaliação do estado psicológico de Pistorius pode significar mais um adiamento do julgamento, iniciado em 3 de março. A juíza Thokozile Masipa, então, afirmou que vai se pronunciar sobre a solicitação de Nel na manhã desta quarta-feira.
Nel questionou a razão para a defesa optar pelo depoimento de um psiquiatra. O promotor, inclusive, insinuou que os advogados de Pistorius estão tentando forçar a ideia de que uma doença contribuiu para os disparos, com a intenção de que o atleta paralímpico tenha menos responsabilidade sobre o assassinato. Assim, Nel tenta repelir qualquer tentativa da defesa de mostrar que o júri deveria ser condescendente com Pistorius em razão de sua suposta condição mental, que teria afetado os seus atos. Pistorius afirma que confundiu Reeva com um intruso quando ele atirou através da porta fechada do banheiro da sua residência. Já os promotores defendem que ele matou a sua namorada após uma discussão.
