Nesta segunda-feira (26), a polícia do Rio de Janeiro fez a reconstituição da morte do dançarino DG, na comunidade Pavão-Pavãozinho.
Medições e conversas com testemunhas, o caminho percorrido por Douglas Rafael da Silva Pereira, mais conhecido como DG, foi refeito pelos investigadores. Uma escada dos bombeiros foi usada para facilitar o acesso a muros e lajes. A jovem com quem o dançarino teve uma filha acompanhou o trabalho de longe e não quis gravar entrevista.
Há cinco anos, as comunidades do Pavão-Pavaozinho, em Copacabana, ganharam uma UPP (Unidade de Polícia Pacificadora). Dos nove PMs da UPP, seis disseram em depoimentos anteriores terem feito disparos durante o confronto com traficantes. Todos participaram da reconstituição sem usar fardas.
O corpo do dançarino DG foi encontrado com um tiro, dentro de uma creche. Segundo moradores, ele foi atingido quando fugia de um tiroteio entre policiais e traficantes.
Polícia carioca começa a fazer reconstituição da morte do dançarino DG

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