Para Eurico, o adiamento é uma "atitude golpista, irresponsável e desrespeitosa". Já Monteiro a classificou como uma "medida autoritária, ilegal, anti-estatutária, que esconde interesses inconfessáveis, que não podem ser tratados em público."
A decisão de Olavo está relacionada com denúncias que vieram a público há meses, segundo as quais centenas de novos sócios do Vasco se associaram ao clube nas vésperas do prazo que lhes permitia votar na próxima eleição.
