"Insurgente" está fazendo bonito nas bilheterias norte-americanas, apesar de estar dividindo opiniões entre os espectadores. Até agora são US$ 54 milhões somente nos Estados Unidos, que ainda é somado com a quantia arrecada em outros 76 países (US$ 47 milhões).
O filme, baseado na obra literária de Veronica Roth, de 26 anos, chega às telonas apenas um ano depois do lançamento de seu sucessor, e se destaca pela forma como as mulheres assumem um poder grandioso na trama.
Os fãs de Shailene Woodley sabem que a atriz não poupa esforços para mostrar o seu ponto de vista, seja ele qual for. Desde assuntos polêmicos, como cenas de nudez e feminismo, até os mais simples, como seu trabalho na franquia "Divergente". Desta vez, a gata comenta a evolução da protagonista Tris, que promete conquistar ainda mais os apaixonados pela história.
"É um papel bem diferente do primeiro filme. Em geral, tudo é maior, tem muito mais ação. O cenário é muito mais rico. As locações são maiores", diz a estrela. "E também há muitas qualidades emocionais que não existiam no primeiro filme, porque estavam ocupados descrevendo aquele mundo. Esse filme tem o tempo para se aprofundar na emotividade por trás dos personagens e suas origens", acrescenta.
Na trama, a heroína corta um dobrado para conseguir escapar das garras da vilã Jeanine (Kate Winslet). Ou seja, pode preparar o fôlego, porque sequência de ação é o que não vai faltar! "Há uma cena em que a Tris busca por sua mãe numa casa em chamas e todas as ações envolvidas foram bem divertidas. Há várias sequências de parkours, muitas corridas e pulos", conta a artista.
Se as imagens da trama já deixavam qualquer um de queixo caído, imagina agora com o lançamento em IMAX! "Todas as simulações serão realmente atraentes em 3D porque há muitos vidros estilhaçados, há cenários grandiosos", avisa Shailene.
Confira um trecho da crítica feita pelo portal "Adoro Cinema":
"Shailene Woodley continua sendo a principal responsável por tornar esta história verossímil e empolgante. A jovem atriz constrói uma evolução notável da personagem, transitando gradualmente entre a indignação e a ação, o amor e o ódio. Sem a sutileza de suas expressões, cenas como a de Tris enfrentando a si mesma poderiam parecer um tanto cômicas. Ansel Elgort e Miles Teller ganham contornos ambíguos, mais interessantes do que no filme anterior, mas a justificativa para suas mudanças de atitude é simples e rápida demais, comprometendo a coerência de seus personagens. Theo James, mais uma vez, constitui o elo fraco em meio ao bom elenco. Pelo menos o seu personagem torna-se mero ajudante da protagonista feminina, revertendo a lógica machista predominante nos filmes de ação"
Com informações dos portais Purebreak e Adoro Cinema.

