Após falsa eliminação nessa segunda-feira (6), a casa do "BBB17" foi dividida por um muro em uma brincadeira com a política do presidente americano Donald Trump. Um lado foi chamado de "mexicano", enquanto o outro recebeu a alcunha de "americano". Tiago Leifert apelidou a separação de o "Muro de Trump".
Quem está do lado americano (Ieda, Pedro, Roberta, Rômulo e Vivian) vai disputar exclusivamente a prova do anjo, enquanto o lado mexicano vai competir na próxima prova do líder. A divisão foi decidida por Emilly, que escolheu Marcos, Ilmar, Marinalva e Daniel para ficar ao seu lado, mesmo sem saber de sua permanência no programa.
Tudo aconteceu de maneira muito rápida. O apresentador Tiago Leifert avisou os espectadores sobre as regras da brincadeira e deu início ao jogo. Para os brothers, ele alegou que o público escolheu uma regra comum na versão americana do programa e, que por chegar na metade da competição, um brother seria eliminado de maneira repentina em votação aberta naquele momento.
Uma falsa votação foi iniciada. Emilly foi a mais votada, com seis indicações contra cinco de Ieda, e foi avisada que estava eliminada do programa.
A sister foi chamada até o confessionário para deixar um testamento com quatro pessoas que teriam direito a participar da prova do líder. Após deixar a casa, ela descobriu que não estava eliminada e havia escolhido os participantes da prova. Os brothers do lado americano não sabem que Emilly permanece no programa e não terão contato com os do lado mexicano.
Os confinados do lado "yankee" foram até o muro tentar contato com os demais participantes, mas não tiveram sucesso. Roberta chegou a brincar: ""Eu sou tão louca que até ouvi a voz dela (Emilly)".
O apresentador não avisou até quando a separação vai durar e como será o paredão da próxima terça-feira. Do lado mexicano, Emilly e Marinalva estão emparedadas, enquanto do lado americano Pedro está na berlinda.

