Joaquin Phoenix é o artista do momento. O cara está com tudo, após sua brilhante atuação em ‘Coringa’, onde deu vida ao personagem que dá nome ao longa metragem. Porém, nem mesmo seu renome o fez escapar de ser preso nesta sexta-feira, 10. A prisão ocorreu em uma manifestação organizada pela atriz Jane Fonda, em frente ao Capitólio, em Washington.
Os Fire Drill Friday, como são chamados os protestos organizados pela artista desde 2018, existem para chamar a atenção dos políticas e da própria população para os problemas relacionados às mudanças climáticas. A presença de famosos engajados nesta causa é comum nas manifestações, assim como as prisões dos mesmos, inclusive a própria Jane já foi parar atrás das grades. Agora foi a vez de Phoenix!
Antes de ser preso, o vencedor do prêmio de ‘Melhor Ator’ na categoria drama, no Globo de Ouro, discursou para os manifestantes. “Às vezes nos perguntamos o que podemos fazer nesta luta contra as mudanças climáticas. Há algo que vocês podem fazer hoje e amanhã, ao escolher o que vocês consomem”, falou ao alertar o público sobre os malefícios ocasionados pela indústria de carne ao meio ambiente. Joaquin é vegano desde criança e não é a primeira milita publicamente em favor dos animais. é comum vê-lo em manifestações que tratam sobre a problemática das mudanças climáticas e contra o consumo de alimentos de origem animal. Há até vários registros do famoso nesse tipo de evento. Durante a cerimônia do Globo de Ouro não foi diferente. Ele fez um discurso polêmico, quando falou sobre os incêndios na Austrália e instigou seus colegas de profissão a serem conscientes em relação ao meio ambiente, se possível evitando viagens desnecessários de jatinho particular.
O artista não foi o único a ser levado pela polícia. Martin Sheen, conhecido por interpretar o capitão Willard no filme ‘Apocalypse Now’, e a atriz Maggie Gyllenhaa, a Rachel de ‘Batman - Cavaleiro das Trevas’, também foram detidos. A prisão foi registrada pela repórter Hannah Jewell, que fazia a cobertura do protesto para o The Washington Post.

