Cata Ouro (Hilton Cobra) segue no pódio dos personagens mais intrigantes de Fuzuê, mas enquanto os espectadores não obtêm respostas definitivas sobre o personagem que parece conectado a praticamente todas as histórias do folhetim escrito por Gustavo Reiz, alguns novos acontecimentos ajudam a entender brevemente a relevância de um simples sucateiro para a resolução de uma quantidade cada vez maior de problemas. Nos próximos capítulos, Cata Ouro surta de vez, destrói seus mapas, mas abre um valioso caminho.
Dias após acabar com todos os mapas de tesouro que tinha em mãos, o personagem de Hilton Cobra se assusta com uma lembrança vívida de seu passado, aliando-se a uma matéria de jornal reveladora encontrada na casa de Maria Navalha e acrescentando os novos flashbacks à uma ilustração de sua filha que vem repentinamente à cabeça.
Unindo as informações sobre a própria família às lembranças de um passado carregado de impasses, Cata Ouro se reforça novamente como peça fundamental na jornada de Luna (Giovana Cordeiro). A protagonista vai se espantar ao ser abordada pelo sucateiro, que decide procurá-la por espontânea vontade, apenas para revelar que lembrou do passado.
Luna, obviamente, não perde tempo antes de oferecer uma proposta delicada a Cata Ouro: ir até a delegacia e contar suas lembranças para Barreto (Rogério Brito). Inicialmente, o sucateiro não fica feliz com a proposta, mas o tempo pode ser fundamental para garantir uma parceria eficiente na novela das sete. Mas vale lembrar que Maria Navalha (Olívia Araújo) tem interesses paralelos nesta história.

