Após gastar toda a sua criatividade com uma onda desastrosa de sabotagens, Preciosa (Marina Ruy Barbosa) vai perceber que pode utilizar o cérebro para produzir novas artes e ajudar a Conde de Montebello a crescer. Luna (Giovana Cordeiro) tinha nas mãos uma coleção capaz de elevar consideravelmente o alcance e a receita líquida da joalheria, mas sua irmã fez questão de impedir o sucesso da linha de biojoias em Fuzuê. Agora, caberá à ruiva a difícil missão de criar uma nova coleção para a empresa que está prestes a se afundar no buraco.
Confusa com as própria metas, Preciosa não sabe mais nem quem quer por perto, motivo pelo qual ela fica dominada pelo ódio após ouvir boas verdades de Heitor (Felipe Simas), mas não consegue repreender o marido ou simplesmente retrucar as afirmações do deputado, pois sabe que muitos dos descontentamentos são plausíveis, principalmente quando ele repudiou a utilização de uma cooperativa envolvida com trabalho infantil nos últimos capítulos.
Preciosa ultrapassou limites absurdos na novela das sete, mas ela não está nem perto de chegar ao fim. Nos próximos capítulos, ela até tenta dedicar um tempo à criação de uma nova linha de joias, mas seu estresse diário e o excesso de culpa atolados na mente transformam a nova campanha pessoal da vilã em um desafio impossível de executar.
Para completar, Pascoal (Juliano Cazarré) dá início a um novo golpe contra Maria que pode respingar violentamente em Preciosa em um futuro não tão distante. Do outro lado da moeda, Luna se dedica ao novo emprego na loja de Nero (Edson Celulari) e não perde tempo antes de criar uma coleção que promete revigorar os ânimos do patrão.

