A Seleção Brasileira enfrentou a França no Gillette Stadium, em Boston, em um amistoso que serviu de duro teste preparatório. O cenário já era preocupante antes da bola rolar devido à ausência de vários titulares machucados, o que exigiu mudanças profundas do técnico Carlo Ancelotti.
Em campo, a reformulação forçada custou caro. Ficou evidente a falta de entrosamento da zaga da Seleção Brasileira, que encontrou muita dificuldade para se posicionar e frear as investidas rápidas do adversário europeu ao longo de toda a partida.
Ataque ineficiente e surpresa de Luís Henrique
Do meio para frente, a equipe também não funcionou como o esperado. A torcida notou o baixo rendimento de Vini Jr. no jogo, incapaz de criar as jogadas agudas que o consagraram. Após a saída do Raphinha, o time precisou se reorganizar, e o grande destaque positivo foi a entrada de Luís Henrique, que se destacou muito no jogo com velocidade e ousadia para tentar romper a retranca francesa.
Apesar da leve melhora ofensiva, o balde de água fria veio na reta final. Demonstrando desatenção, o Brasil sofreu um gol tomado com um jogador a mais em campo, consolidando um resultado frustrante que liga o sinal de alerta para os próximos compromissos da equipe.








