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Lesão na coxa é confirmada, mas Raphinha não será cortado da Copa do Mundo

Raphinha tem lesão confirmada na coxa direita após jogo contra o Haiti, mas não será cortado da Copa do Mundo. Histórico de contusões preocupa a Seleção.

·Atualizado há cerca de 2 horas
Lesão na coxa é confirmada, mas Raphinha não será cortado da Copa do Mundo
Raphinha sentiu lesão na região posterior da coxa e precisou ser substitu[ido na partida contra o Haiti. Fonte: Reprodução / CazéTV

Alegria pela vitória, preocupação no departamento médico. Após deixar o campo com fortes dores durante a vitória por 3 a 0 sobre o Haiti, o atacante Raphinha teve uma lesão muscular confirmada neste sábado (20). Apesar do diagnóstico frustrante para o camisa 11, o atleta não será cortado da delegação que disputa a Copa do Mundo de 2026.

Diagnóstico e permanência na Copa

A saída precoce de Raphinha, aos 39 minutos do primeiro tempo, acendeu um alerta imediato. Exames de imagem realizados hoje confirmaram a lesão na região posterior da coxa direita, especificamente no bíceps femoral. A equipe médica optou por não estipular um prazo de retorno aos gramados, adotando uma abordagem cautelosa.

O jogador já iniciou um protocolo de tratamento intensivo. Diferente do temor inicial após o confronto, a permanência do atacante está garantida. Como a expectativa é que ele possa atuar novamente, ele seguirá com o grupo, trabalhando em sua recuperação para reforçar a equipe nas fases seguintes da competição.

O clima no banco de reservas após a substituição foi de abatimento. Raphinha saiu de campo visivelmente frustrado e precisou ser consolado por seus companheiros. A repercussão do caso nos bastidores destaca a importância do jogador para o esquema do Brasil, além da grande apreensão gerada pelos recentes obstáculos físicos enfrentados pelo atleta.

O fantasma do histórico de lesões

O que mais preocupa a comissão técnica não é apenas a lesão atual, mas o histórico recente e persistente do atacante envolvendo a exata mesma musculatura. Trata-se do quarto episódio na região posterior da coxa direita em menos de um ano, o que evidencia que o local se tornou mais vulnerável a novos estiramentos, principalmente durante as corridas em alta velocidade características de seu estilo de jogo.

Confira o retrospecto recente que acende o alerta:

  • Setembro a Novembro de 2025: Uma lesão severa na mesma coxa direita afastou o jogador dos gramados por quase dois meses (58 dias), exigindo um longo período de tratamento.

  • Fevereiro de 2026: O atleta lidou com dores decorrentes de uma pancada muscular, ficando fora de jogos decisivos por seu clube.

  • Março e Abril de 2026: Novo problema no bíceps femoral durante um amistoso, demandando cerca de cinco semanas para a recuperação total.

A anatomia e o esforço constante exigido pela posição aumentam os riscos de sobrecarga. Agora, a equipe médica corre contra o tempo para cicatrizar o músculo e devolver a confiança física do jogador, mantendo viva a esperança de tê-lo novamente em campo neste Mundial.

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