Cinema

"É difícil pensar em Rio ou no Brasil sem pensar em música", diz Carlos Saldanha, diretor de "Rio 2"

Carol Souza
Atualizado há quase 5 anos
"É difícil pensar em Rio ou no Brasil sem pensar em música", diz Carlos Saldanha, diretor de "Rio 2"

Nesta semana o diretor carioca Carlos Saldanha, diretor da aventura de animação em 3D "Rio 2" concedeu uma entrevista ao site Reuters, e falou sobre a bem-sucedida sequência, destacando os ritmos musicais utilizados no longa.

Na trama, uma rara família de araras azuis incluindo os protagonistas Blu e Jade, embarcam em uma viagem à Amazônia, passando pelas mais famosas praias do Rio de Janeiro, para encontrar uma possível colônia onde estão seus irmãos e irmãs, ameaçados de extinção, e mostra a herança brasileira de diversificação de ritmos "para mexer os quadris", iniciando com a Bossa Nova, o samba do Carnaval, se aventurando até mesmo em ritmos da região amazônica.

"É difícil pensar em Rio ou no Brasil sem pensar em música", disse Saldanha. Lançado no último dia 27 de março no Brasil, e estreando na próxima sexta-feira (11) nos EUA e no Canadá, a trilha do longa funciona como um veículo para ajudar a ilustrar o caldeirão cultural brasileiro, segundo o diretor de 49 anos.

"Este sempre foi o tipo de coisa que veio à minha cabeça quando eu estava fazendo este filme", afirmou. "Tem que ter um componente musical muito integrado a ele, porque eu queria ser capaz de explorar diferentes ritmos, estilos e vibrações", acrescentou.

Apesar de não ser esperado que a trilha sonora de "Rio 2" ultrapasse as vendas de outra animação de sucesso lançada neste ano, "Frozen - Uma Aventura Congelante", que já atingiu a marca de quase 2 milhões de cópias comercializadas, ela acrescenta ao Brasil a notoriedade que a Copa do Mundo FIFA 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016 tem trazido ao país.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Mais sobre

Carlos Saldanha