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Após veículo autônomo, Google planeja levar internet aos lugares mais remotos do mundo

Carol Souza
Atualizado há quase 5 anos
Após veículo autônomo, Google planeja levar internet aos lugares mais remotos do mundo

De acordo com informações do Wall Street Journal neste último domingo (1), após o anúncio de um carro totalmente autônomo, sem volante ou pedais, a gigante americana de tecnologia Google pretende possibilitar o acesso à internet nos lugares mais remotos do planeta.

Segundo informado pela publicação, após testes com balões em grande altitude, o plano é utilizar uma frota de satélites, cerca de 180, em órbita baixa para levar a internet aos mais diversos lugares do mundo. Com o projeto, que pode dobrar o número de satélites, a empresa tem planos de gastar cerca de US$ 1,3 bilhões.

Ao que parece, o projeto será liderado por Greg Wyler, fundador da empresa de comunicação via satélite O3b Networks, que recentemente entrou para o Google junto com o ex-CTO da O3b, de acordo com a publicação. O projeto tem como objetivo superar problemas financeiros e técnicos que impediam o sucesso de esforços anteriores, disse o jornal.

Ainda segundo a publicação, os satélites lançados pela empresa pesam cerca de 680kg, porém o Google pretende otimizar este fator, com satélites de 110kg. Não é de hoje que grandes empresas de tecnolgia tem visado o acesso à internet em lugares "menos conectados" do mundo.

A exemplo do próprio Google, que recebtemete lançou o Project Loon, uma frota de balões que flutuam na estratosfera para evitar aviões e condições meteorológicas desfavoráveis. O plano é que os dispositivos em terra possam se conectar aos balões usando uma antena especial.

Não só o Google, como também o Facebook de Mark Zukerberg tem provomido iniciativas para conectar os dois terços do mundo que ainda não tem internet. No último mês de agosto, a companhia lançou um projeto, em parceria com seis outras empresas de tecnologia, para diminuição do fosso digital. Já em março, Mark surgiu com ideias de como poderiam proceder.

Ao invés de balões, como o Google, Mark sugeriu o uso de drones, satélites e até mesmo raios laser, areditando que os drones são mais fáceis de se manter no lugar do que balões, podendo durar mais tempo, o que os torna uma solução mais estável.

Apesar do projeto já lançado com os balões e os esforços via satélite, o Google também está interessado em drones. A empresa adquiriu recentemente a fabricante Titan Aerospace.

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