Resumo da novela Liberdade, Liberdade - 14/04/2016 - quinta-feira
A chegada de Joaquina (Andreia Horta) no Brasil rapidamente gera uma série de reações, principalmente nos homens que neste país residem, sobretudo quando falamos a respeito de Rubião (Mateus Solano) e Xavier (Bruno Ferrari), ambos responsáveis por gerar um verdadeiro triângulo amoroso na trama, abrindo espaço, inclusive, para duelos diretos entre eles para definir quem é o melhor pretendente para a filha de Tiradentes (Thiago Lacerda), resgata e criada por Raposo (Dalton Vigh) em Portugal.
Após saírem das terras europeias para dar entrada em território brasileiro, a família formada pela filha do revolucionário, o homem que a protegeu e André (Caio Blat), além de Bertoleza (Sheron Menezes), escrava alforriada considerada como membro importante para todos estes, as realidades presentes na Colônia não são muito bem aceitas por Joaquina, que não demora muito para questionar algumas atitudes tomadas em relação a diversos assuntos, como é o caso do momento em que questiona o tratamento dado a um escravo, praticamente como se ele fosse um animal doente, pronto para ser descartado em qualquer lugar, em medidas cruéis e totalmente sem coração de pessoas acostumadas com a vida proclamada pela Europa em meio ao início do século XIX.
Em Vila Rica, após o conflito com Mão de Luva (Marco Ricco) no caminho e a resolução alcançada graças às ameaças feitas pela filha de Antônia (Letícia Sabatella), que não pensou duas vezes antes de apontar sua arma engatilhada para o bandido, o intendente Rubião recebe os visitantes e faz questão de hospeda-los em sua casa, acomodando todos de maneira digna. O que Joaquina não faz ideia é o fato de que o bonitão foi o principal responsável pela execução do inconfidente mineiro, além, é claro, de ter dado o disparo fatal em sua mãe.
A personagem de Horta sempre demonstrou uma curiosidade muito grande para todas as situações com a qual tem a oportunidade de conviver, e em determinado momento ela decide folhear um dos livros de Rubião e o questiona sobre a leitura às obras de Iluministas. "O que sua majestade pensaria disso?", dispara a moça, abrindo espaço para o questionamento do vilão, que rapidamente pergunta se a bela é revolucionária.

