Resumo da novela Velho Chico - 15/07/2016 - sexta-feira
Se a relação de Afrânio (Antônio Fagundes) com Miguel (Gabriel Leone) já não era boa, o capítulo de Velho Chico programado para a noite desta sexta-feira (15) promete deixar as coisas ainda piores, já que o saruê caminha ao lado de Carlos Eduardo (Marcelo Serrado) para chegar perto de Miguel e Olívia (Giullia Buscacio) no famoso bar do Chico Criatura (Gésio Amadeu), uma das figuras mais icônicas e queridas em Grotas do São Francisco. Rapidamente, a população presente no local fica apreensiva com a situação e espera que algo de ruim aconteça a qualquer momento, e as coisas realmente ficam pesadas, ainda mais quando o coronel decide se meter na conversa referente aos projetos idealizados pelo neto.
Como já era de se esperar, o filho de Tereza (Camila Pitanga) trata logo de cortar a conversa do avô, despachando-os dos negócios, mas a coisa fica ainda mais feio, já que o mandachuva da cidadezinha não gosta de ser destratado pelo jovem na frente de todo mundo, fato que é prontamente interpretado pelos irmãos como o momento certo para saírem do local.
Afrânio, porém, insiste em continuar provocando e irrita o agrônomo, que já não está com paciência para aturar as gracinhas do avô, disparando uma verdadeira lição de moral para humilha-lo em público. Sem pensar duas vezes, Afrânio parte para cima do neto com intuito de confronta-lo de igual para igual, mas Carlos decide separar uma possível briga para evitar confusões maiores no futuro. "Não foi minha intenção ofender o senhor, coronel, pensei que o que viesse de baixo não lhe atingisse!", finaliza o rapaz, deixando todos apreensivos.
Carlos promete acabar com a vida de Bento
Ainda no mesmo capítulo, saruê e deputado, ainda lado a lado, vão até a igreja para conversar com padre Benício (Carlos Vereza), oferecendo algumas doações às pessoas que necessitam de ajuda, e enquanto ambos engatam uma boa conversa, Bento (Irandhir Santos) surge para modificar a impressão do coronel. Bento arruma confusão após notar tonalidade irônica de Afrânio, abrindo espaço para uma pequena confusão na casa religiosa. Carlos aproveita para sussurrar no ouvido do parceiro de negócios, avisando que é hora de assassinar o rival.

