Resumo da novela Velho Chico - 17/08/2016 - quarta-feira
Miguel (Gabriel Leone) já está tão acostumado com o modo arrogante com o qual é tratado por Luzia (Lucy Alves) que ficará sem jeito com as cenas de Velho Chico que estão programadas para o capítulo desta quarta-feira (17). Isso porque a sertaneja está passando por um momento longo de reflexão em sua própria mente, seja por tudo que armou ao lado de Carlos Eduardo (Marcelo Serrado) ou pelas mentiras que contou durante todo o período de casamento com o amado. Resistente à presença do filho de Tereza (Camila Pitanga) em sua casa, a dona de casa começa a mudar sua forma de pensar e tenta arranjar algumas formas de recompensar o rapaz, pedindo desculpas pelos erros do passado.
É claro que ele fica sem saber o que falar, e ainda age de maneira acuada, fazendo o possível para desvincular qualquer tipo de ideia que possa estar surgindo na cabeça da mulher. "Olhe, não sei o que você está pensando, mas eu não estou querendo ocupar o lugar dele", afirma o garoto, deixando bem claro que não pretende ficar no lugar Santo (Domingos Montagner).
Mas ela faz questão de dar prosseguimento à conversa com algumas palavras de incentivo, afirmando que ele deveria, sim, assumir o posto do pai. Já na cooperativa, Bento (Irandhir Santos) acaba deixando escapar que compartilha da mesma opinião que a cunhada. "Se Santo soube trazer a gente até aqui, Miguel vai levar a gente daqui em diante", reforça o político, que apoia a ideia de manter Miguel como novo líder familiar e nos negócios.
Olívia não consegue parar de sofrer e recebe consolo de Miguel
No mesmo episódio, Miguel também desempenhará um importante papel para acalmar os ânimos de Olívia (Giullia Buscacio), que está sofrendo muito por conta da incerteza sobre a sobrevivência do pai, mas principalmente porque houve a confirmação de um homem a respeito do atentado contra o produtor rural. Na ocasião, o suspeito afirmou, em depoimento, que teria matado o homem, mas tudo não passa de uma estratégia de Carlos para livrar Afrânio (Antônio Fagundes) de alguma culpa.
O filho de Tereza, então, vai até o quarto da meia-irmã para tentar consola-la, tentando achar forças para também permanecer de pé em um momento tão delicado. "E com a gente? Quando isso vai parar de doer?", questiona a moça, referindo-se ao fato de que os dois não podem ficar juntos por conta dos laços de parentesco. "Eu não aguento mais lutar... Não tenho mais forças pra isso!", conclui Olívia.

