Medo, nervosismo, ansiedade! Pode ter certeza que esses seriam os três "sintomas" presentes no redator que vos comunica atualmente nesta matéria se estivesse ao lado dos demais participantes do BBB 17. Apesar de todos os comentários que giram em torno da suposta facilidade em lidar com os sentimentos e com o jogo em si, sabe-se, cientificamente, que não é tão simples permanecer em um ambiente isolado, sem contato com amigos, parentes e todo meio com o qual cada indivíduo está acostumado a conviver diariamente. Para piorar as coisas, inimizades são criadas em meio à convivência no reality show mais popular do país, e isso é o suficiente para levar a mente de vários confinados a um estágio de nervos explosivos.
Exatamente por isso, espera-se bastante competitividade na prova do líder programada para esta quinta-feira (9), a primeira a ser realizada em meio à segregação dos candidatos ao fantástico prêmio de R$ 1,5 milhão, lembrando aos menos atualizados que Tiago Leifert anunciou, na última segunda-feira (6) uma surpresa aos brothers e sisters, apelidando o bendito divisor de águas de "Muro de Trump", fazendo referência ao presidente dos Estados Unidos da América, Donald Trump, declaradamente contrário à imigração de latinos, sobretudo os mexicanos, em território norte-americano. Com isso em mente, o Big Brother Brasil separou os participantes em dois lados: Americanos e Mexicanos, fazendo brincadeira com um assunto extremamente sério sobre o país que, basicamente, rege os acontecimentos sócio econômicos no mundo inteiro.
Enquanto arrumava a cozinha mais cedo, Rômulo confessou para quem está torcendo na prova que define mais uma liderança na casa. "Estou meio dividido. Não sei se torço para o Dani ou para o Ilmar e a Emilly", evidencia o diplomata, que também começa a pensar na possibilidade de encarar um paredão mais à frente. Ieda entra no bate papo ao lado de Vivian, e também prevê uma indicação à berlinda, mas não agora, e sim na próxima semana.

