Desde sua primeira aparição, Sabá Bodó (Welder Rodrigues) já deixava nítido aos espectadores de Mar do Sertão que seria responsável pelos piores acontecimentos possíveis na região de Canta Pedra, e ele fará questão de colocar isso à prova. Após 10 anos, o prefeito continua tão patético e interesseiro quanto antes, porém com um toque extra de displicência responsável por levar a cidade a um desastre de grandes proporções.
O açude construído para competir com a construção do coronel Tertúlio (José de Abreu) sai do papel e, aparentemente, se transforma em um projeto promissor para a permanência de Sabá por um período absurdamente longo no poder. No entanto, as consequências da falta de estudo rígido no período prévio à construção do açude aparecem de forma avassaladora na segunda metade do folhetim, criando uma situação constrangedora para o prefeito.
Investigado pela polícia, Sabá se envolve em escândalos de corrupção e precisa utilizar táticas sujas para se livrar de uma condenação, ao mesmo tempo em que tenta evitar que Canta Pedra vire apenas um poço de resíduos tóxicos. Isso porque o açude "salvador" do prefeito enfrenta problemas na estrutura e ameaça romper, criando um clima de tensão entre os moradores.
Zé Paulino (Sergio Guizé) entra como um dos heróis para tentar frear as ações covardes de Sabá Bodó e também cria um plano delicado para acabar com o poder da família do coronel Tertúlio, abrindo um leque de posibilidades para a querida cidade ficar livre dos monstros que parecem brigar por sua extinção.

