Depois de tantos fracassos, Marê (Camila Queiroz) pode dizer que uma de suas ideias deu certo. Nos próximos capítulos de Amor Perfeito, ela fica radiante ao descobrir o altíssimo investimento destinado à ala de maternidade do hospital, o que pode, inclusive, gerar novos setores dentro da instituição, devido à grande procura de investidores dispostos a abraçar a nova causa.
É aquele velho caso em que todos os malefícios precisam acontecer para que uma grande empreitada seja iniciada. Para Marê, a frustração tomou conta de sua vida na última década, com uma prisão injusta, uma gravidez durante a detenção e a suposta morte de seu filho, entre outros problemas cada vez maiores envolvendo Gilda (Mariana Ximenes), a grande pedra no sapato da protagonista.
Além disso, ela levou a pior em todas as tentativas de conseguir um emprego após o período em que ficou presa. Da companhia ferroviária ao alfaiate de um assediador, ela enfrentou diversos impasses, mas sempre esteve disposta a mergulhar de cabeça em cada missão.
É óbvio que algo teria que dar certo e, para Marê, tudo começa a fazer sentido quando sua genial ideia sai do papel. A ala de maternidade deixa de ser um sonho e se transforma em revolução em Águas de São Jacinto, contrariando as expectativas de quem se acostumou a viver sob as rédeas duvidosas do prefeito Anselmo (Paulo Betti).













