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Temporal eleva nível do Rio Ubá a quase 8 metros e deixa mortos em Minas Gerais

Temporal extremo em Ubá (MG) eleva o nível do rio a quase 8 metros, causando mortes, desabamentos e decreto de calamidade pública.

Temporal eleva nível do Rio Ubá a quase 8 metros e deixa mortos em Minas Gerais
Em Minas Gerais, chuvas intensas atingem a região da Zona da Mata. Fonte: Reprodução/Inmet

Um temporal de proporções históricas devastou o município de Ubá, na Zona da Mata mineira. O extremo volume de chuva causou o transbordamento repentino do Rio Ubá, que atingiu a marca de 7,82 metros, inundando diversas regiões da cidade e deixando um rastro de destruição e mortes.

O impacto do fenômeno foi impulsionado por um acumulado de aproximadamente 170 milímetros de precipitação em um intervalo de apenas três horas. O volume atípico gerou enxurradas intensas, deslizamentos de terra e o colapso imediato de infraestruturas locais.

Danos e Calamidade Pública

Diante do cenário de devastação, foi decretado estado de calamidade pública no município. Equipes de resgate de diversas esferas foram mobilizadas em caráter de urgência para atuar nas operações de salvamento, buscas por desaparecidos e desobstrução das principais vias da cidade.

Os levantamentos iniciais apontam para graves perdas materiais e estruturais. Entre os principais estragos registrados estão:

  • Desabamento de diversas residências e edificações;

  • Destruição completa de pontes estratégicas;

  • Veículos arrastados por quilômetros e empilhados pela força da correnteza;

  • Interdição de ruas devido ao acúmulo de lama, entulhos e risco de novos desmoronamentos.

Apoio e Reconstrução

As operações de resgate seguem intensas, priorizando áreas isoladas e o atendimento à população desabrigada. Centros de acolhimento foram estabelecidos para fornecer abrigo, água potável, alimentos e itens básicos de sobrevivência para as dezenas de famílias afetadas.

O foco imediato concentra-se no restabelecimento de serviços essenciais e na assistência direta às vítimas, enquanto o maquinário pesado trabalha de forma contínua para liberar os acessos terrestres completamente bloqueados pela enchente.

Imagem do autor Renato Pujol
Sobre o autorRenato Pujol
Gaucho, há 15 anos em Santa Catarina, apaixonado por livros e filmes. Ouço e conto histórias.
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