Minutos antes do início do procedimento de largada nas ruas de Monte Carlo, o brasileiro Gabriel Bortoletto viu o carro da Audi sofrer um "apagão" e estacionar logo na saída do pit-lane.
Com o monoposto completamente apagado e sem conseguir se deslocar para o grid de largada, o veículo precisou ser resgatado e recolhido de volta para a garagem da equipe. Como consequência direta dessa falha inesperada, Bortoleto foi obrigado a iniciar o GP de Mônaco partindo diretamente dos boxes, no fim do pelotão.
Um fim de semana desafiador no Principado
O problema mecânico antes da corrida coroa um fim de semana que exigiu muito do brasileiro e da escuderia na mais clássica prova da Fórmula 1. A expectativa era de uma prova difícil, mas o cenário se agravou substancialmente com os últimos acontecimentos.
Erro na classificação: Durante o Q1 no sábado, Bortoleto teve um bom ritmo, mas forçou demais e tocou o muro na entrada da chicane Nouvelle, quebrando a suspensão dianteira de sua Audi.
Mudança de posição: Apesar da batida e do abandono precoce no treino classificatório, o tempo registrado antes do acidente havia sido suficiente para avançar ao Q2, garantindo originalmente a 16ª posição no grid.
Desafio redobrado: Largando do pit-lane em Mônaco, um circuito urbano conhecido pela extrema dificuldade de ultrapassagens, o brasileiro precisará de muita cautela e de uma estratégia perfeita da Audi para tentar ganhar posições.
O impacto para a Audi
A equipe precisará investigar os motivos do apagão no chassi que parecia promissor ao longo dos treinos livres. Sem a posição original no grid, o objetivo de Bortoleto passa a ser uma corrida de sobrevivência e recuperação, torcendo por possíveis incidentes e carros de segurança para tentar escalar o pelotão em uma das provas mais tradicionais e implacáveis do automobilismo mundial.
