Durante participação recente no podcast Poddelas, comandado por Tatá Estaniecki, os ex-participantes do BBB 26 Jonas Sulzbach e Alberto Cowboy abriram o jogo sobre os momentos mais difíceis do confinamento. Os dois aliados de jogo confessaram que a pressão quase os fez abandonar a disputa milionária.
O luto no jogo e a vontade de apertar o botão
O momento mais crítico apontado por Jonas foi a eliminação de Sarah, sua principal aliada na casa. O modelo confessou que a saída da parceira de jogo foi um baque enorme, levando-o a cogitar a desistência do reality show. Ele revelou que desabou no quarto após se manter forte na frente dos outros concorrentes.
O pensamento de apertar o botão de desistência ocorreu porque ele acreditava que estaria apenas adiando sua própria eliminação, descrevendo o momento como um verdadeiro "luto".
Cowboy também enfrentou uma fase instável quando perdeu vários aliados em sequência, incluindo Sarah, Edilson, Sol e Maxiane. Preocupado com a vida pessoal e os negócios fora do confinamento, o participante chegou a desabafar com Jonas que não queria mais ficar, afirmando que sentia estar perdendo mais do que ganhando. O apoio mútuo foi fundamental para que decidissem continuar na competição.
O favoritismo da campeã
Quando questionados sobre o momento em que perceberam a força de Ana Paula Renault, grande vencedora da edição, a dupla foi sincera. Ambos afirmaram que não tinham dimensão do favoritismo absoluto da adversária enquanto estavam dentro da casa.
Jonas explicou que a ficha só caiu após a sua eliminação, ao se deparar com os números expressivos apresentados fora da casa, que evidenciavam uma diferença desproporcional de milhões de seguidores em relação aos demais. Já Cowboy revelou que suas apostas internas eram outras. Para ele, participantes como Milena e Chaiany tinham mais chances de levar o prêmio devido às posturas diferentes e à novidade que poderiam representar para o público.
Acusação grave contra a edição do programa
A entrevista também gerou polêmica em relação à forma como o jogo foi transmitido aos telespectadores. Ao debaterem a fama de "vilões" da temporada, os dois amigos apontaram uma condução tendenciosa na edição das imagens.
Jonas fez uma acusação direta contra a montagem do programa, afirmando que atitudes semelhantes tinham tratamentos audiovisuais diferentes dependendo de quem as praticava. Ele relatou que situações rotineiras envolvendo o seu grupo recebiam uma "música de vilão", enquanto o grupo adversário era frequentemente embalado por "músicas de brincadeira". Ao ser questionado se a edição acabou favorecendo um lado do jogo, Jonas foi categórico ao confirmar, destacando que as escolhas direcionaram o público a rejeitá-los.
