Nesta sexta-feira (15) dois seguranças contratados pela top Gisele Bündchen foram condenados a 5 anos de prisão por tentativa de homicídio a dois fotógrafos que tentaram invadir o casamento da modelo com o jogador Tom Brady em 2009.
Os dois guarda-costas trabalham em uma empresa de segurança na Costa Rica, no litoral do Oceano Pacífico onde foi celebrado o casamento de Gisele.
O Tribunal de Puntarenas considerou os seguranças culpados por dispararem, sem ferir, os fotógrafos Yuri Cortez e Rolando Avilés da agência de notícias AFP e do jornal El Dia, respectivamente. "Primeiro, estou muito agradecido a Deus que me salvou a vida naquele 4 de abril. Depois veio uma luta difícil, cheia de obstáculos, mas sempre tive a esperança de que a justiça ia chegar, que demora, mas sempre chega", declarou Cortez, que se disse "emocionado" e "contente" com o veredicto dos juízes.
Os fotógrafos ainda acusaram os seguranças de os terem abordado no meio da rua, exigindo a entrega do material registrado. Após uma discussão, os dois se negaram a entregar o material e embarcaram no veículo alugado para circular pela ilha, quando foram atingidos por balas no vidro traseiro do carro, uma delas quase feriu Cortez, segundo ele.
Há alguns anos, uma ação civil foi apresentada contra o casal Gisele e Brady por negligência na contratação do pessoal, mas o caso foi fechado após a mudança de residência do casal. De acordo com Cortez, a decisão de processar a top e o jogador está nas mãos de seus advogados.

