"As UPPs não estão sob ataque. Não há crise. São problemas pontuais e a polícia vai combater. Temos problemas em determinados pontos? Sim, temos. São regiões que estavam sob o domínio do tráfico havia muitos anos. Desde o início sabíamos que teria reação. Sabemos que o tráfico de drogas não vai acabar de uma hora para outra, mas o domínio territorial dessas localidades agora é do Estado. Não vamos recuar", disse o coronel, que nesta tarde participa da solenidade de posse do novo chefe de Polícia Civil do Rio, delegado Fernando Veloso.
Castro descartou a possibilidade de pedir auxílio de forças federais para atuar nas UPPs atacadas recentemente. Segundo ele, no caso dos complexos do Alemão e da Penha, que são vizinhos, o setor de inteligência da polícia já teria detectado os motivos para o recrudescimento da ação do tráfico, mas ele não quis dizer quais são essas razões.
