De acordo com a Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, em parceria com o Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde da universidade de São Paulo, aponta que 52,6% dos paulistas estão acima do peso.
A pesquisa teve como objetivo monitorar fatores de risco e de proteção para doenças crônicas, que mais causam adoecimento e mortalidade precoce no país. A secretaria ouviu pelo telefone, 5,7 mil pessoas na capital, região metropolitana e interior e verificou que 52,6% relatou estar acima do seu peso ideal.
Os principais fatores de risco identificados foram o tabagismo, sedentarismo, abuso de álcool e alimentação inadequada. O estudo vai ajudar o governo do Estado a definir novas políticas públicas na área de prevenção e promoção da saúde.
Os principais resultados obtidos revelam que 37,9% dos entrevistados consomem regularmente carnes com excesso de gordura, 14,3% não realizam atividades físicas e 13,5% são fumantes. Além disso, 15% abusam da ingestão de álcool. Foi observado ainda que 31,5% das pessoas ouvidas consomem refrigerantes cinco ou mais dias da semana.
Com os resultados, o governo pretende definir novas políticas públicas para prevenção e promoção da saúde. Marco Antônio de Moraes, do Centro de Vigilância Epidemiológica da Secretaria afirma que “todos estes hábitos favorecem o desenvolvimento de doenças crônicas.”, e cita como exemplo “problemas cardiovasculares, cânceres, doenças respiratórias crônicas e diabetes, podendo levar o individuo a morte”.
O questionário aplicado pelos pesquisadores inclui perguntas sobre características demográficas e socioeconômicas, padrão de alimentação e atividade física, frequência de consumo de cigarros e bebidas alcoólicas, autoavaliação do estado de saúde, peso e altura e também questões relacionadas a situações de trânsito.
De acordo com estudo, metade da população de São Paulo está acima do peso

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