O caso traz à tona às críticas da reação do governo francês ao genocídio e à lentidão da justiça após a morte de meio milhão de pessoas em Ruanda em apenas 10 dias.
A França tinha relações muito próximas com o governo do presidente Juvenal Habyarimana, da etnia Hutu, morto em uma queda de avião em 1994. A morte do presidente de Ruanda desencadeou uma violenta represália à etnia do tutsis e aos hutus moderados, que ficou conhecida como o genocídio mais rápido do século XX.
O julgamento deve ser o primeiro de 27 casos ligados ao genocídio em Ruanda e que estão sendo investigados pela unidade do tribunal de guerra em Paris. Fonte: Associated Press.
