As roupas extravagantes que os integrantes do grupo Abba usavam em suas apresentações, cheia de cores, cetim e lantejoulas, tinham uma razão peculiar de ser, e ela ia um pouco além das regras da moda.
No novo livro de fotos do grupo sueco, "Abba: The Official Photo Book", o guitarrista Björn Ulvaeus explica que a opção por usar um visual excêntrico era a única forma de deduzir os impostos das roupas que usavam nos shows, segundo o musico, elas precisavam ser comprovadamente "inadequadas para o uso diário" conforme a legislação.
"Na minha modesta opinião, nós parecíamos malucos naquela época", afirma Björn Ulvaeus no livro. "Ninguém conseguia se vestir pior do que nós em shows."
Desde o fim de 2013, o grupo estuda uma possível reunião, de acordo com a vocalista Agnetha Faltskog, em 2014, o grupo festeja o seu 40º do seu hit "Waterloo", com o qual ganhou em 1974 o concurso da Eurovision que marcou o início de sua estelar carreira.
A vocalista montou o grupo em 1972, em Estocolmo, junto do guitarrista Bjorn Ulvaeus, com quem se casou em 1971, e do casal Benny Andersson e Anni-Frid Lyngstad.
Dono de sucessos globais do pop e disco music, como "Dancing Queen", "Mamma Mia" e "Super Trouper", ano passado, o grupo ganhou um museu temático no seu país, em quatro décadas, o Abba já vendeu mais de 380 milhões de discos no mundo.
Grupo Abba revela: "Nós usavamos roupas extravagantes para não pagar impostos"

•Atualizado há quase 5 anos

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