O dólar à vista no balcão terminou a sessão cotado a R$ 2,2110, uma queda de 0,41%. Durante a sessão, a moeda atingiu uma mínima de R$ 2,2000. Por volta das 16h30 o giro registrado na clearing de câmbio da BM&FBovespa era de US$ 994,3 milhões. No mercado futuro, o dólar para junho recuava 0,36%, a R$ 2,2250. O volume de negociação era de quase US$ 14 bilhões.
Dados da balança comercial da China favoreceram o apetite por risco nas moedas emergentes e ligadas a commodities. O país registrou um superávit comercial de US$ 18,46 bilhões em abril, superando as previsões de um saldo positivo de US$ 17,3 bilhões. No mesmo período do ano passado, a China havia marcado um superávit de US$ 18,16 bilhões na balança comercial.
Além disso, operadores do mercado disseram que o dólar foi pressionado por algum fluxo positivo no mercado hoje e pelas expectativas de mais entrada de recurso depois das captações externas realizadas recentemente pela Caixa Econômica Federal e pela Fibria.
Os leilões de swaps cambiais do Banco Central também contribuíram para a baixa do dólar. A instituição vendeu 4 mil contratos de swap cambial para o vencimento em 2 de março de 2015, no leilão tradicional realizado de manhã, totalizando US$ 198,5 milhões. Em outra operação, de rolagem, vendeu 5 mil contratos de swap, no valor total de US$ 247,6 milhões.
No âmbito internacional, o dólar avançou ante o euro, ajudado pela sinalização do presidente do Banco Central Europeu (BCE), Mario Draghi, de que a instituição poderá adotar medidas de estímulo na próxima reunião da instituição em junho. Perto das 16h30, o euro recuava 0,41%, para US$ 1,3853, de US$ 1,3914 ontem.
