Segundo o Ministério Público, na investigação ficou comprovado que Sérgio Seewald, Jonatas William Kronbauer e Ércio Vanor Klein davam ordens para que subordinados adicionassem produtos como citrato, soda cáustica, bicarbonato de sódio e água oxigenada para corrigir a acidez de leite que estava se deteriorando. A investigação mostrou que a adulteração era cometida tanto na unidade industrial como no processo de transporte, mas sempre com a participação dos empresários.
Na denúncia, o promotor de Justiça Mauro Rockenbach solicita que as empresas Pavlat e Hollmann remetam as notas fiscais relativas à aquisição do leite cru refrigerado adulterado ou corrompido entregue pelos transportadores.
Nas fases anteriores da Operação Leite Compen$sado, 26 pessoas foram denunciadas e 13 presas temporariamente. Até agora, a Justiça condenou seis envolvidos a penas entre dois anos e um mês e 18 anos e seis meses de reclusão.
