"Uma presença militar de longo prazo em nossa região iria tranquilizar a população ao longo das linhas de frente da aliança da Otan e agir como um instrumento de dissuasão poderoso contra qualquer possível agressor", disse Sven Mikser, ministro da Defesa da Estônia, conforme o jornal.
Mikser acrescentou que a presença da Otan na região deveria incluir soldados e equipamentos militares, como munição, por precaução no caso de uma crise surgir no curto prazo.
A Otan até o momento evitou guarnecer tropas de combate ao longo das fronteiras do leste da aliança, particularmente nas ex-repúblicas soviéticas na região do Báltico. A crise da Ucrânia e a anexação da Rússia pela Crimeia, no entanto, podem levar a Otan a rever a sua posição sobre o assunto. Fonte: Dow Jones Newswires.
