Em protesto, os motoristas e cobradores chegaram por volta das 15 horas à calçada diante da sede da Prefeitura de São Paulo, no Viaduto do Chá, no centro. Os trabalhadores reivindicam uma audiência com o prefeito Fernando Haddad (PT) ou com o secretário municipal dos Transportes, Jilmar Tatto. Os manifestantes calculam que 300 pessoas participam do protesto. E o número deve crescer já que outros manifestantes devem chegar.
A empresa controlada pela Prefeitura não soube informar o motivo exato da paralisação, mas, por meio de nota, disse repudiar "com veemência os fatos ocorridos, como a retirada de chaves dos coletivos, impedindo sua circulação", acrescentando que "considera os atos sabotagem ao sistema e irá agir com o rigor necessário à apuração e punição dos envolvidos e responsáveis". A SPTrans divulgou ainda que acionou a Polícia Militar "e solicitará ao Ministério Público a apuração das responsabilidades sobre as paralisações registradas" nesta manhã.
