O índice Dow Jones fechou em alta de 32,37 pontos (0,20%), a 16.583,34 pontos, o seu recorde histórico. Na semana, o índice acumulou alta de 0,43%.
O índice Nasdaq fechou na máxima com avanço de 20,37 pontos (0,50%), a 4.071,87 pontos. Na semana, o índice teve queda de 1,26%, pressionado por ações de companhias de rede social.
O índice S&P 500 fechou em alta de 2,85 pontos (0,15%), a 1.878,48 pontos. Na semana, o índice teve leve queda de 0,14%.
Em um dia de agenda macroeconômica fraca, com a divulgação de dados secundários, os analistas enxergaram poucos catalisadores para as ações no curto prazo, ecoando ainda os discursos da presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) nesta semana. A dirigente se mostrou mais uma vez otimista em relação à economia norte-americana, mas não sinalizou para quando está marcando o início do aperto monetário.
"Com o fluxo de notícias econômicas e corporativas diminuindo junto com o afunilamento dos fluxos sazonais do dinheiro de aposentadoria, os índices continuam vulneráveis a uma correção potencial nas próximas semanas, dentro dos intervalos que estão estabelecidos desde o início do ano", escreveu o analista-chefe de mercado da CMC Markets, Colin Cieszynski, em uma nota enviada aos clientes.
O movimento de subida foi intensificado no final do pregão dos papéis foi impulsionado por ações do setor de saúde, dando impulso para a primeira subida de todos os índices depois de três dias de direções distintas.
Entre as ações de saúde, o laboratório Merck subiu 0,69% depois que agências reguladoras dos EUA aprovaram um medicamento desenvolvido pela companhia para prevenir coágulos de sangue.
Depois de uma semana de perdas expressivas no valor de ações de internet e tecnologia, os papéis do Twitter subiram 0,28%, Facebook avançou 0,85% e Amazon.com ganhou 1,36%. As ações da Apple caíram 0,40%, após a notícia de que a empresa está em negociações para a compra da Beats Electronics por cerca US$ 3,2 milhões. (Com informações da Dow Jones Newswires)
