A estratégia da companhia foi buscar os atletas brasileiros que jogam nos times das cidades onde a companhia oferece voos diretos a partir do Brasil: Paris, Londres e Madri.
O meio publicitário recebeu o comercial como o maior drible que a TAM podia ter dado na transportadora oficial da Seleção. Por isso, a Gol entrou com uma representação no Conar pedindo o julgamento do filme e sua possível alteração ou retirada do ar.
O Conar não tem autoridade judicial, mas sua recomendação é como uma obrigação no setor - anunciantes, agências e veículos de comunicação são associados da instituição. E o recado dado à TAM foi de que é necessário mudar o texto. A TAM terá até cinco dias para fazer os ajustes no material. (colaborou Marina Gazzoni) As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
