De acordo com a nota divulgada ontem, foram investigadas 11 propriedades onde esteve a vaca sacrificada. Depois que mais de 4 mil animais foram inspecionados, 49 foram selecionados, por terem nascido um ano antes ou um ano depois da vaca que levantou a suspeita.
O ministério informou que todos estavam em plena condição física e de saúde e, ainda assim, amostras encefálicas foram recolhidas para análise laboratorial. O resultado negativo ficou pronto na quarta-feira.
"Todas as ações foram sustentadas nas recomendações sanitárias do Código de Animais Terrestres da OIE, visando cumprir com os seus dispostos, mantendo assim o Brasil com a melhor classificação mundial sanitária para EEB, que é de risco insignificante", diz a nota.
A pasta ressaltou que trabalha com ações de prevenção e vigilância desde 1990 e informou que um eventual registro da enfermidade não configura risco sanitário, já que as medidas de mitigação de risco atuais são suficientes para evitar a reciclagem e amplificação do agente causador. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
