Saliba disse que os adolescentes mortos tinham 15 e 17 anos. Eles foram mortos com tiros de munição real no peito, detalhou.
Micky Rosenfeld, porta-voz da polícia israelense, admitiu que os soldados reprimiram um "distúrbio" em Ramala, mas negou o uso de munição real.
Os dois adolescentes foram assassinados horas depois de palestinos da Cisjordânia e da Faixa de Gaza terem realizado passeatas para marcar o Naqba, ou Dia da Catástrofe, quando seus ancestrais foram expulsos de seus casas em meio à guerra pela criação de Israel, em 1948. Fonte: Associated Press.
