Segundo o governador José Melo, o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), falou, na semana passada, que eles estavam tratando de remover dois obstáculos. Um deles, explicou, já está inclusive equacionado, que é a questão da prorrogação da lei de informática, mais prazo para a lei de informática. "A outra questão está relacionada às áreas de livre comércio, que, por orientação da presidente Dilma, o ministro Mercadante vai tratar disso com os Estados que têm essa área de livre comércio, que são Amapá, Rondônia e Roraima", comentou ele, ao acrescentar que "resolvido esses dois óbices, acho que não teremos nenhuma dificuldade de ir à pauta e ir à votação, o quanto antes".
Questionado sobre a intenção do prefeito de Manaus, Arthur Virgílio, que sugeriu que fosse vendida a Arena Amazônia depois da copa, para que o estádio não se transforme em um "elefante branco", o governador do Amazonas disse que "ainda não pensou isso". Segundo Melo, o governo local contratou uma empresa para avaliar a viabilidade de a arena, após a Copa, se tornar rentável. "Queremos saber se será possível torná-la rentável para que não seja um peso morto no Estado", disse ele, acrescentando estar esperançoso de que a arena possa ser aproveitada após a Copa.
