Após a paralisação ter sido tratada pelo sindicato como "movimento de uma minoria", Ferreira disse nesta terça-feira, 27, aos trabalhadores, que errou ao aceitar a proposta dos empresários e se justificou dizendo que "sofre grande pressão" em seu cargo. Em seguida, afirmou que o sindicato passa a integrar a paralisação, iniciada na noite de ontem - e que não há previsão de retorno dos trabalhadores às atividades pelo menos até sexta-feira, quando será julgado o dissídio coletivo da categoria, pelo Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da Bahia.
O advogado do sindicato, Gervásio Primo, lembrou, porém, que o TRT-BA já determinou que 70% dos ônibus devem estar nas ruas nos horários de pico durante a paralisação e que pelo menos 50% da frota deve circular ao longo do dia, sob pena de multa diária para o sindicato de R$ 100 mil. Segundo o sindicato, porém, ainda não há previsão para o início do cumprimento da determinação judicial.
