Na última semana o médico Leandro Boldrini, pai do menino Bernardo, de apenas 11 anos, que foi assassinado, negou novamente ter participação no crime. Submetido a um detector de mentiras, de acordo com o "Fantástico", da Rede Globo, e o laudo do equipamento, o médico pode estar falando a verdade quando diz que não teve participação na morte do garoto, no último dia 4 de abril.
"Eu gostava do Bernardo. Eu gosto dele ainda hoje. Eu não fui o mentor da morte do Bernardo, não planejei. Jamais faria uma coisa destas; Fizeram uma coisa alheia ao meu conhecimento", disse o médico, que se encontra detido na unidade prisional de Charqueadas, na região metropolitana de Porto Alegre.
Leandro foi acusado pela Polícia Civil gaúcha de aplicar uma injeção letal no garoto. Ainda de acordo com a reportagem do programa global, o uso do detector foi uma estratégia da defesa. O uso do equipamento já havia sido siugerido pela polícia, porém na época, Boldrini negou.
Ainda de acordo com a defesa, a aplicação de um questionário com 40 perguntas foi feita por um perito "não oficial", os procurou e se ofereceu para fazer o teste de graça por acreditar na inocência do pai. Boldrini ainda alegou nunca ter presenciado agressões a Bernardo por parte de sua madrasta, também acusada pela morte.
Diante das questões, o aparelho indicou que Boldrini diz a verdade.

