Como o fogo no parquinho tendia a ser extinguir, o Grande Irmão resolveu jogar combustível nas chamas na noite anterior para esquentar o “BBB17”. A casa está literalmente dividida e, agora, é guerra declara e não mais velada. Naturalmente, o assunto entre os brothers, do lado americano da casa, e dos hermanos, do lado mexicano, não poderia ser outro na manhã desta terça-feira (7).
"Quando ele viu que a galera estava votando na Emilly, ele pensou que a galera de cá ia ficar em minoria. E se aliou à maioria", diz Marcos sobre Daniel, que acabou ficando do lado mexicano da casa por decisão de Emilly.
Ilmar opina: "Isso é a pior coisa que existe, você não é respeitado nem por um lado nem por um outro". O cirurgião concorda: "Exatamente. Você abandona os seus ideais para ir na maioria. Pra adquirir o respeito do grupo. Mas o grupo de lá, mais cedo ou mais tarde, vai se subdividir".
O advogado faz seu prognóstico: "A primeira que roda é a Ieda". Marcos acha que Rômulo não será o primeiro do outro lado da fronteira a deixar o programa, e Ilmar concorda: "Ele é o professor de Deus. Tudo o que falam o povo escuta".
Ilmar diz que Emilly ficou feliz ao saber que Marcos chorou por ela
Ilmar e Marcos se exercitam no início da tarde desta terça-feira (7) e repercutem a noite anterior. O advogado conta ao médico que Emilly ficou feliz ao saber que Marcos chorou logo depois que a gêmea foi (falsamente) eliminada do "BBB17".
"Ela ficou toda toda porque você chorou", revela Ilmar. "Conversei com ela bastante ontem à noite, disse que ela precisa ouvir mais e falar menos. Não concordar, tudo bem, mas escuta primeiro, reflete, depois fala", conclui o sul-mato-grossense.
Emilly foi a mais votada pelos brothers para deixar o "BBB17" em um falso paredão. No momento de despedida, a gêmea chorou muito e ficou visivelmente abalada abraçada a Marcos. Na despensa, o doutor disse a sister: "Seu eu ganhar, você ganhou também". Depois que a gêmea entrou no confessionário, o cirurgião não segurou as lágrimas.
Depois da farsa, a casa do "BBB17" foi dividida por um muro que faz alusão à política externa do presidente americano Donald Trump. Um lado foi chamado de "mexicano", enquanto o outro recebeu a alcunha de "americano". Tiago Leifert apelidou a separação de "Muro de Trump".

