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Avaliação positiva do Governo Bolsonaro sobe para 34,5%

Bruna Pinheiro
Atualizado há quase 5 anos
Avaliação positiva do Governo Bolsonaro sobe para 34,5%
O desempenho pessoal da administração de Bolsonaro também subiu para 47,8%

No ano passado, mas precisamente no mês de agosto, a aprovação do Governo de Jair Bolsonaro era de 29,4%. Hoje (22) foi disponibilizada a nova pesquisa do Instituto MDA, a pedido da Confederação Nacional de Transporte, que mostra que a avaliação positiva subiu para 34,5%.

Pouco mais de um ano com Bolsonaro na presidência da república, cerca de 31% dos brasileiros ainda avaliam negativamente a administração bolsonarista, anteriormente, na última análise, 39,5% avaliavam como negativo. O levantamento foi feito entre os dias 15 e 18 de janeiro, com 2.002 pessoas, em 137 municípios.

A avaliação regular/ruim também oscilou desde a última pesquisa. Atualmente, 32,1% das pessoas avaliam o governo como regular, enquanto 9,5% avaliam como ruim. A diferença entre os que não souberam opinar ou responder também mudou pouco, apenas 0,4% a mais, totalizando 2,4%.

A margem de confiabilidade da pesquisa é de 95%, com margem de erro de apenas 2,2 pontos percentuais para cima ou para baixo. 

O desempenho pessoal do presidente também foi avaliado, e também subiu. A avaliação saltou de 41% da última análise para 47,8% agora em janeiro. A desaprovação de Bolsonaro, por sua vez, diminuiu. A rejeição em agosto era de 53,7%, enquanto agora passou para 47%.

A pesquisa perguntou não apenas a avaliação do governo e sobre a administração Bolsonaro, mas também sobre as intenções de voto de um cenário hipotético de eleições presidenciais em 2020. O cenário foi espontâneo, sem nomes pré-determinados, com Bolsonaro na liderança, com 29,1%, seguido do ex-presidente Lula (PT), com 17%.

Os entrevistados também deram suas opiniões sobre áreas sensíveis do Governo, como o combate à corrupção que foi avaliada como o melhor desempenho da atual administração por 31% dos entrevistados. Na sequência, estão as pastas da economia, com 22,1%, segurança com 22%, entre outros. Com as piores avaliações estão: saúde 36,1%; educação com 22,9% e meio ambiente com 18,5% avaliado negativamente pelos entrevistados.

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