Gusttavo Lima deu o que falar na live realizada na última semana, quando alegrou a noite dos seguidores a bordo das ações publicitárias de responsabilidade da Ambev, com os subtítulos "Buteco em Casa" e "Buteco Bohemia em Casa" atrelados à transmissão ao vivo do cantor, que consumiu bebidas alcoólicas de variados tipos, abertamente ao gigantesco público que o acompanhou em meio à quarentena e isolamento social. O Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar) recebeu inúmeras denúncias e acabou oficializando a representação ética contra o sertanejo, alegando falta de mecanismo de restrição de acesso ao conteúdo a menores de idade.
A medida faz parte do protocolo padrão da instituição, que preza por veiculações "limpas", isto é, sem conteúdo ofensivo, enganoso ou abusivo, além de ter como um dos braços focais a adequação das restrições de idade. No caso das bebidas alcoólicas, há sempre a questão do consumo moderado e da idade legal, e isso não foi levado em conta por Gusttavo Lima, que acusou o Conar de censura e utilizou as redes sociais para afirmar aos fãs que não continuará com as Lives.
Acho que não rola mais, enfim... nos encontramos em breve ? RT @FisioA12: @gusttavo_lima Faz live 3 papai
— Gusttavo Lima (@gusttavo_lima) April 16, 2020
Acho que o grande segredo da live é tirar o lençol do fantasma. Acho que uma Live engessada e politicamente correta não tem graça. o bom são as brincadeiras, a vontade, levar alegria alto astral para as pessoas que estão agoniadas nesse momento. Não farei Live pra ser censurado.
— Gusttavo Lima (@gusttavo_lima) April 16, 2020
Ainda de acordo com o Conar, a direção do órgão compreende os avanços da comunicação publicitária, sobretudo durante a pandemia, mas lembra que "ela deve ser conciliada com os princípios fundamentais da comunicação comercial do segmento, com a divulgação responsável de bebidas alcoólicas e sem fragilizar os cuidado para que não seja difundida ao crianças e adolescentes".

