Para lutar contra a pandemia do novo coronavírus, os testes para a doença são fundamentais para coibir o alastramento da doença do país. Infelizmente, até o momento, apenas pacientes graves ou quem conseguia pagar testes em laboratórios consegue atestar a doença. Atualmente, o Brasil conta com 73.166 casos confirmados da doença, e ultrapassou o número de mortos da China, contabilizando 5.083 mortos em todo país.
Na tentativa de seguir as orientações da Organização Mundial da Saúde (OMS) de se testar o máximo de pessoas possível, a diretoria da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou a aplicação de testes rápidos em farmácias.
Inicialmente, as farmácias não serão obrigadas a disponibilizar o teste, entretanto, as que optarem por realizar o procedimento deverão ter no mínimo um profissional qualificado para a realização do exame. A medida visa diminuir as filas em hospitais. Apesar da medida, os exames não irão somar na contagem de casos de coronavírus no país, bem como estarão disponíveis temporariamente, enquanto está decretado estado de emergência de saúde pública em todo o território nacional.
O teste rápido utiliza amostras de sangue (soro e plasma) ou de muco coletado de vias respiratórias. O resultado obtido com base em reagentes, que determinam a presença de anticorpos (defesa do organismo) ou antígenos (patógenos) na amostra. De acordo com a divulgação, o resultado do exame ao paciente deve sair em 20 minutos.
Apesar de atestar se há ou não possíveis anticorpos ou antígenos à doença, o diretor presidente substituto da Anvisa, Antonio Barra Torres, destacou ainda que o teste não terá efeito de confirmação do diagnóstico para o coronavírus. Isso ocorre porque há a possibilidade de o teste apontar o “falso negativo”, ou seja, quando o paciente é testado ainda nos primeiros dias de sintomas. "Os testes imunocromatográficos não possuem eficácia confirmatória, são auxiliares”.











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