Tiger King: Apesar da suspeita, polícia não encontra restos humanos no zoológico

Apesar dos indícios, autoridades não conseguiram encontrar vestígios de humanos mortos na propriedade
Apesar dos indícios, autoridades não conseguiram encontrar vestígios de humanos mortos na propriedade
PorMarcos Henderson13/07/2020 12h39

As autoridades policiais de Oklahoma divulgaram novos detalhes sobre a busca de possíveis restos humanos no zoológico mostrado na série A Máfia dos Tigres (Tiger King), o Greater Wynnewood Exotic Animal Park, em Wynnewood, nos EUA. Na última sexta-feira (10), agentes do Departamento de Investigação do Estado de Oklahoma, juntamente com os policiais do condado de Garvin, deram início a uma busca por possíveis restos humanos no local.

O xerife Jim Mullett afirmou que não foram encontradas evidências de restos humanos, mas o atual proprietário do zoológico, Jeff Lowe, disse acreditar na existência dos restos mortais e que eles apenas não foram encontrados. Em entrevista ao jornal Koco 5, Mullet afirmou que planeja trazer os cães farejadores de volta e relembrou como as suspeitas foram levantadas: "Eles estavam fazendo uma produção de 'Ghost Adventures'", disse o xerife, citando a equipe de televisão comandada Zak Bagans, que levou dois cães farejadores ao local. 

"Os cães farejadores atingiram um pequeno lago de jacaré que não está mais sendo usado", disse Mullet. As autoridades disseram que esses cães são especialistas treinados e geralmente não cometem erros. "Eles alegam ter chegado ao que acreditam ser restos humanos", disse o policial. Foi quando as autoridades foram, de fato, chamadas para investigar o caso. Entretanto, após cinco horas de busca, Mullett disse que não havia nenhuma evidência de restos humanos. Em vez disso, eles encontraram um pequeno animal que não tinha cauda.

A série "A Máfia dos Tigres", disponível na Netflix desde março de 2020, se tornou um dos grandes sucessos da rede de streaming, exibindo um bizarro estilo de vida em que homens excêntricos colecionam animais selvagens como se fossem objetos de ostentação, além, é claro, de aproveitaram a beleza exótica dos bichos para garantirem altos retornos financeiros. Para estes colecionadores, domar tigres cada vez menos presentes na natureza é um direito, e não uma ameaça ao habitat natural das criaturas que, por eles, são mantidas em cativeiro. 

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Sobre o autorMarcos Henderson
Publicitário, músico e, aqui, escrevo sobre o que as diferentes culturas têm a nos dizer. Como artista, celebro a força da arte e conto histórias do entretenimento. Twitter: @marhoscenderson