A eliminação do Brasil nas oitavas de final da Copa do Mundo levantou de imediato a dúvida sobre o futuro de Carlo Ancelotti no comando da Seleção. A tendência, neste momento, é de permanência do treinador italiano, que tem contrato com a CBF até a Copa do Mundo de 2030.
A renovação foi anunciada em maio, pouco antes do início do Mundial. O vínculo original de Ancelotti, assinado em maio de 2025, valia apenas até o fim da Copa de 2026, mas o presidente da CBF, Samir Xaud, ampliou o acordo e classificou o italiano como peça central do projeto da Seleção para os próximos anos.
Até agora, a entidade não fez qualquer manifestação oficial indicando mudança de planos depois da derrota por 2 a 1 para a Noruega, que eliminou o Brasil nas oitavas. O próprio treinador também não sinalizou intenção de deixar o cargo: ao renovar, afirmou que desejava conduzir o time até a disputa de 2030.
A pressão, porém, existe. A queda diante da Noruega marca a pior campanha brasileira em Copas desde 1990, e parte da imprensa esportiva critica a convocação e as escolhas do treinador ao longo do torneio. Com o vínculo longo em vigor, qualquer mudança de rumo dependeria de uma decisão política da CBF, algo que, por ora, não está na mesa.

