O Paysandu está prestes a dar um passo histórico na modernização de seu patrimônio. O presidente do clube, Márcio Tuma, anunciou um audacioso projeto de reestruturação para o Estádio da Curuzu, com o objetivo de transformá-lo na futura Arena Curuzu. Para liderar essa transição, a diretoria contratou um arquiteto paulista amplamente especializado no desenvolvimento de grandes arenas, assegurando que o novo espaço atenda aos mais altos padrões de conforto e funcionalidade.
O plano principal consiste em elevar a capacidade de público do local, saltando dos atuais 16.700 espectadores para cerca de 20 mil torcedores. Mais do que apenas ampliar o espaço, a modernização foca na experiência do torcedor, garantindo a instalação de assentos individuais e proporcionando maior comodidade a todos os presentes.
Para viabilizar a expansão física das arquibancadas e a construção de novos camarotes modernos, o clube realizou uma importante manobra imobiliária. Foi concluída recentemente a demolição de um imóvel vizinho ao estádio, localizado na Travessa do Chaco, que havia sido adquirido pelo Paysandu pelo valor de R$ 600 mil. Esse novo espaço de terreno será fundamental para dar o recuo necessário às novas estruturas planejadas pelo arquiteto.
Ciente da importância do caldeirão para o desempenho da equipe em campo, a diretoria estruturou o cronograma de obras de maneira estratégica. As intervenções serão realizadas em módulos progressivos, o que permitirá ao time continuar mandando seus jogos na Curuzu sem a necessidade de desalojamento durante o período de construção. Essa cautela também se reflete na saúde financeira da instituição, com Márcio Tuma reforçando o compromisso inegociável de manter a responsabilidade fiscal e orçamentária ao longo de todo o processo de edificação da arena.

